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quarta-feira, 12 de maio de 2010

Uma História de Duas Cidades



A presunção de Roma em substituir Jerusalém, e a afirmação do romanismo de ser o verdadeiro Israel, explicam a atitude que o papado tem mantido em relação a Israel e Jerusalém durante os séculos: as Cruzadas para tomar a Terra Santa para a igreja, o massacre periódico de judeus durante a História, a negativa do Vaticano em admitir o direito de Israel existir durante 46 anos após seu nascimento em 1948, a duplicidade do interesse atual do Vaticano e sua insistência contínua de que Jerusalém fique sob controle não-judeu.

Um rival sinistro que continua em grande parte nos bastidores, e se esconde debaixo da aparência de zelo religioso.


Estou nos referindo, ao conflito entre o papado e Jerusalém, um conflito que está destinado a ter um papel importante na guerra mais destrutiva que o mundo já viu.


A Roma católica afirma ser a "Cidade Eterna", a "Cidade Santa"(EU MEREÇO!), e mesmo "Sião", títulos que a Bíblia deu apenas a Jerusalém.


O romanismo também afirma ser a "Nova Jerusalém", colocando-se em conflito direto com as promessas de Deus a respeito da verdadeira Cidade de Davi.


O Vaticano afirma ser a sede do reino de Deus e ser guiado pelos papas que são os verdadeiros representantes de Deus na terra.


Uma história popular ilustrada de Roma é intitulada Rome Eternal (Roma Eterna).


Ela apresenta em texto e figuras a "importância de Roma e do papado na história do Cristianismo e da civilização ocidental", dando a ela crédito pelo papel principal, como se houvesse algo de que se orgulhar...


Com precisão surpreendente, a Bíblia não especifica Damasco ou Cairo, Londres ou Paris, Washington ou Moscou como centros de ação nos últimos dias.


Ela aponta para duas outras cidades específicas: Jerusalém e Roma.

Reparem, elas são diferentes, têm sido inimigas desde os dias dos Césares, e, notavelmente, ainda são rivais hoje pela supremacia espiritual e pela devoção religiosa, lealdade, e afeto do mundo.

Passaram-se 2000 anos de tensão e antagonismo entre Roma - tanto a pagã quanto a "cristã" - e Jerusalém.


Essa inimizade não foi apagada por recentes propostas que o Vaticano achou conveniente fazer a Israel.


Com o passado supostamente perdoado e esquecido, Israel mandou seu primeiro representante para o Vaticano em setembro de 1994. O embaixador Shmuel Hadas foi recebido pelo papa numa cerimônia especial:


"Formalmente completando o estabelecimento histórico das relações entre a Santa Sé e o Estado judeu."




Por que Roma finalmente estabeleceu relações diplomáticas com Israel?


Eu respondo, ela quer influenciar o futuro de Jerusalém, insistindo ainda que esta não deve ser a capital de Israel ou ficar sob seu controle.


A desculpa do romanismo para essa inacreditável negação de Jerusalém a Israel é que os "lugares santos" em Jerusalém são tão importantes para muçulmanos e cristãos que a liberdade de acesso a esses lugares deve ser garantida aos seguidores dessas religiões - e, supostamente, apenas um corpo internacional pode fazer isso.


Vejam só irmãos a falsidade do argumento é facilmente provada.

Forças jordanianas ocuparam Jerusalém de 1948 a 1967.

Sob seu controle, sinagogas judaicas foram destruídas, lugares sagrados judeus foram desecrados, e judeus não podiam ir para Jerusalém Oriental.

Durante esse período o Vaticano não pediu controle internacional sobre Jerusalém nenhuma vez.

Desde que Israel tomou a Cidade Velha de Jerusalém em 1967, cristãos e muçulmanos tiveram acesso livre garantido aos lugares sagrados, e os árabes receberam o controle do Monte do Templo.

Mas por incrível que pareça, o Vaticano agora quer garantias internacionais de acesso a Jerusalém.


Irmãos vejam bem, obviamente a questão não é acesso livre aos lugares sagrados, mas o fato de que a possessão de Israel sobre Jerusalém desafia diretamente a afirmação que o Vaticano faz há 1500 anos, de que Roma substituiu Jerusalém como a Cidade Santa, a Cidade Eterna, a Cidade de Deus, o verdadeiro centro espiritual da terra.


Recentemente, o Vaticano pareceu abrir mão de suas exigências para a internacionalização de Jerusalém e está apoiando a afirmação da OLP sobre a Cidade Santa como capital do Estado palestino.

Isso ainda deixaria Israel sem direitos exclusivos a Jerusalém e pareceria legitimizar a afirmação de que Roma substituiu Jerusalém como centro espiritual do mundo.


Sabe como Deus classifica tais cidades?


"Duas Prostitutas Sem Vergonha"



Ambas, Jerusalém e Roma, foram acusadas por Deus de adultério espiritual.


A respeito de Jerusalém Deus disse: "Como se fez prostituta a cidade fiel!" (Isaías 1.21).


Israel, que Deus separou de todos os outros povos para ser santo para Seus propósitos, entrou em alianças impuras e adúlteras com nações pagãs ao seu redor. Israel "adulterou com a pedra e com o pau [ídolos]" (Jeremias 3.9); e "com seus ídolos adulteraram" (Ezequiel 23.37).


A Roma católica, também, é acusada de imoralidade espiritual. Ela é a "grande meretriz" sentada sobre a besta em Apocalipse 17, "com que se prostituíram os reis da terra" e "com o vinho de sua devassidão foi que se embebedaram os que habitam na terra" (v. 2).

Ela afirma ser a sede da verdadeira igreja, a noiva de Cristo, cujo reino está no céu; mas ela, como Jerusalém (que continua seu adultério hoje), tem feito alianças impuras com nações pagãs na sua tentativa de construir um reino terreno.


Ambas, Jerusalém e Roma, receberão sua cota do julgamento de Deus. (Sim, e Damasco e o Cairo, e todo o resto do mundo também pagarão por sua rebelião contra Deus.)

A falsidade da afirmação de Roma de ser a "Cidade Eterna" será provada com sua terrível destruição prevista em Apocalipse 17 e 18.

Biografia:


Do artigo 4 do Acordo da OLP.

Jornal ALEF, semana terminada no dia 12 de novembro de 1994, p. 23


Jerusalém Um Cálice de Tontear. Dave Hunt


Duas babilonias. Hislop.

terça-feira, 11 de maio de 2010


Estou quase ensurdecido pela babel de vozes dos ROMANISTAS aqui nesta internet, eu fico imaginando aquele irmão que tem pouco conhecimento, ou até mesmo aquele que está do lado de lá e por varias vezes fica em duvida e quantas vezes se pergunta “a quem seguir?”


Eu Junior te dou uma dica, a resposta é essa: Devemos testar todas elas pelos ensinamentos dos apóstolos de Jesus Cristo.”Paz e misericórdia estarão” com a igreja quando ela andar “...conforme essa regra” (GL 6,16). Na verdade, esse é o único tipo de sucessão apostólica que podemos aceitar, não uma linhagem de bispos que, ao longo do tempo, assumem ser sucessores dos apóstolos, (EU MEREÇO!) Vejam o engano irmãos! Na verdade os apóstolos eram únicos tanto em relação a autoridade quanto em relação a inspiração que receberam.

Os verdadeiros apóstolos de Jesus me parecem ter um singularidade quadrupla, vejam só:

PIMEIRO receberam o chamado pessoal de Jesus e foram autorizados pelo Senhor . Isso fica claro no caso dos 12, e Paulo afirmava ter algo compatível com isso. Ele declarou veementemente sua autoridade apostólica e a defendeu, insistindo que recebera sua comissão para ser um apostolo...

”(não da parte dos homens, nem por homem algum, mas por Jesus Cristo, e por Deus Pai, que o ressuscitou dentre os mortos)”, (GL1,1)


SEGUNDO, eles tiveram uma experiencia com Cristo e foram testemunhas oculares dele. Os doze foram designados, conforme Marcos diz: “E nomeou doze para que estivessem com ele e os mandasse a pregar, E para que tivessem o poder de curar as enfermidades e expulsar os demônios: (3,14). Vejam bem o verbo enviar é novamente apostellein, e a qualificação essencial deles para o trabalho de apostolo era estar “com ele”.
De modo similar, pouco antes de sua morte cristo disse:

“E vós também testificareis, pois estivestes comigo desde o princípio.”(JO 15,27)

Terceiro, eles tiveram uma inspiração extraordinária do Espirito Santo. Sabemos que é um privilegio o Espirito Santo habitar em nós agora nos iluminar é privilegio de todos os filhos de Deus! E esse privilegio não se restringiu aos apóstolos. No entanto vejam bem onde quero chegar, o ministério do Espirito, que Deus prometeu aos Apóstolos, era único, conforme deve ficar mais claro com essas palavras:

Tenho-vos dito isto, estando convosco. Mas aquele Consolador, o Espírito Santo, que o Pai enviará em meu nome, esse vos ensinará todas as coisas, e vos fará lembrar de tudo quanto vos tenho dito.


Ainda tenho muito que vos dizer, mas vós não o podeis suportar agora. Mas, quando vier aquele Espírito de verdade, ele vos guiará em toda a verdade; porque não falará de si mesmo, mas dirá tudo o que tiver ouvido, e vos anunciará o que há de vir. (JO 14.25,26; 16.12,13)


QUARTO, eles tinham o poder de operar milagres. O livro de Atos é corretamente intitulado Atos dos Apóstolos, e Paulo afirma que “sinais, maravilhas e milagres” que ele realizou são as “... marcas de um Apostolo” (2Co 12,12). Alem disso, o proposito do poder miraculoso dado aos apóstolos era para autenticar a comissão e a mensagem apostólica dele...

são essas quatro maneiras pelas quais para mim Junior os apóstolos parecem ter sido únicos!


Desafio os romanistas a me mostrarem um apenas um milagre, que tenha sido operado através de um PAPA, só um. Não vão encontrar sabe porque? Devemos lealdade à doutrina apostólica, e não aos apóstolos, devemos lealdade aos ensinamentos de Cristo e não essa balela criada pelo romanismo para descaracterizar o evangelho.

O ensino dos apóstolos, agora permanece preservado no novo testamento, serve para regular as crenças e praticas da igreja em todas as gerações. Essa é a razão pela qual a BIBLIA está sobre a igreja, e não, como essa outra balela pregada pelo romanismo, dizendo terem autoridade sobre a Bíblia!!!

Os autores apostólicos do NT foram comissionados por Cristo, e não pela “autoridade da igreja, pela tradição, magistério ou qualquer outra balela...

A Paz dos que jogam os enganos na cara dos romanistas!